O amor solitário de todo dia sente medo de se mostrar, tem medo de ganhar o mundo, tem medo de se esvair. É o amor que se sente quando se olha, quando se pensa, quando se canta, quando se tenta. É o amor melhor é o amor maior... Que quando se dá, se entrega, não tem juízo, não sente pudor, pois é tudo amor. Teme somente não tê-lo mais. É a essência latente de tudo que se vê e se sente. Quando se entrega, se vai... Não quer mais voltar, gostou de amar, deixa então desarmado o hospedeiro que agora é vulnerável ao amante, ao amável. A adrelina que dá não cabe em palavras, mas amar é bom, bom demais é amar...
Anamaria,
21/11/2008