"...é sabido que um coração partido dói muito mais do que suco de limão num corte no dedo feito com papel, mas o amor ao qual me refiro é o fogo que queima dentro de cada um, o calor interno que impede a nossa alma de congelar nos invernos da desesperança; é o amor à vida em si! é a voz que diz: “celebre a vida, seja criativo” e traz paixão e a compreensão de que, se há coisas pelas quais vale a pensa morrer, há muito mais coisas pelas quais viver; é o que nos encoraja a receber cada novo momento como se recebe um velho amigo no aeroporto, a abraçar cada nova oportunidade de expressar a nossa felicidade por estar vivo..."
trecho de: “o sentido da vida.”