Acho que finalmente estou entendendo o porque desse branco todo.
É, branco.
Branco que dá na memória, nos lábios, nas palavras e nas letras no papel quando você sabe tudo que quer dizer, mas não sabe por onde começar. Quando suas teorias são tantas, mas carecem profundamente de maior embasamento do que do empirismo característico ao seu critério de verdade. Tem horas que é preciso falar menos, e amadurecer mais. Amadurecer as idéias, as certezas e as palavras pra que elas tenham maior efeito, não apenas sobre o mundo onde elas ecoarão, mas sobre você mesmo, no caso sobre mim. Cansei de saber 'tudo' e não me fazer entendida, além de me acovardar e temer. Sou mal compreendida, e acho que isso é natural de mim, não vai mudar, mas se puder apresentar novas vertentes e me fazer uma mal compreendida que paradoxalmente é compreensível, acredito que chegarei onde devo estar. Por isso é hora de parar. Desacelerar. Não no sentido de retroceder ou estagnar como vivi durante cerca de um ano - com alguns lapsos desesperados e gritos silenciosos, calados em minh'alma - mas amadurecer, desabrochar, ser uma turbulência mais coerente. Educar a meninice, aprender com a vida das próprias lições que sei. Este é o momento de ser minha, mais eu, mais dos outros, do convívio, do fortalecimento, da transmissão... Da reciprocidade, do bate e volta do universo. E eu estou entendendo, curtindo, vivendo e vendo, pra chegar em um lugar, que sei exatamente onde é, onde quero estar, com a alma inteira e uma história nada passageira, mas eternizada em mim e através do que eu conseguir transmitir.
É hora de expandir limites, fronteiras e horizontes, rejeitar o medo (da rejeição), dar a cara e as palavras à tapa. Outra abordagem, outro ponto de vista da mesma vida, de todos os assuntos.
É, branco.
Branco que dá na memória, nos lábios, nas palavras e nas letras no papel quando você sabe tudo que quer dizer, mas não sabe por onde começar. Quando suas teorias são tantas, mas carecem profundamente de maior embasamento do que do empirismo característico ao seu critério de verdade. Tem horas que é preciso falar menos, e amadurecer mais. Amadurecer as idéias, as certezas e as palavras pra que elas tenham maior efeito, não apenas sobre o mundo onde elas ecoarão, mas sobre você mesmo, no caso sobre mim. Cansei de saber 'tudo' e não me fazer entendida, além de me acovardar e temer. Sou mal compreendida, e acho que isso é natural de mim, não vai mudar, mas se puder apresentar novas vertentes e me fazer uma mal compreendida que paradoxalmente é compreensível, acredito que chegarei onde devo estar. Por isso é hora de parar. Desacelerar. Não no sentido de retroceder ou estagnar como vivi durante cerca de um ano - com alguns lapsos desesperados e gritos silenciosos, calados em minh'alma - mas amadurecer, desabrochar, ser uma turbulência mais coerente. Educar a meninice, aprender com a vida das próprias lições que sei. Este é o momento de ser minha, mais eu, mais dos outros, do convívio, do fortalecimento, da transmissão... Da reciprocidade, do bate e volta do universo. E eu estou entendendo, curtindo, vivendo e vendo, pra chegar em um lugar, que sei exatamente onde é, onde quero estar, com a alma inteira e uma história nada passageira, mas eternizada em mim e através do que eu conseguir transmitir.
É hora de expandir limites, fronteiras e horizontes, rejeitar o medo (da rejeição), dar a cara e as palavras à tapa. Outra abordagem, outro ponto de vista da mesma vida, de todos os assuntos.
Sendo assim,
Até mais...
Até mais...
